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Hotéis do Brasil mostram primeiros sinais de recuperação

O setor hoteleiro do Brasil sofreu quedas de desempenho devido à recessão e às flutuações causadas pela copa do mundo em 2014 e as olimpíadas em 2016. 

Porém, começamos a notar os primeiros sinais de recuperação no crescimento da ocupação em 9 cidades do Brasil. Também notamos crescimento de dois dígitos (+10,4%), reportado a nível país para o mês de outubro. As taxas de ocupação mais altas para outubro até à data foram reportadas em Belo Horizonte (+9,5%), Salvador (+8,1%) e Brasília (+8,1%).

Virá agora o crescimento da Diária Média?

A retomada do crescimento da ocupação pode indicar a volta do crescimento da diária média (ADR), especialmente à medida que o ambiente econômico começa se estabilizar e os hotéis começam a presenciar uma demanda mais estável. 

A ideia de que atingimos o máximo das perdas em ADR parece ser comprovada por um desempenho histórico a longo prazo. Analisando os dados desde janeiro de 2012, vemos que a diária média hoteleira no Brasil está se aproximando dos níveis anteriores aos megaeventos (BRL283).

Embora comparações interanuais continuem a mostrar números negativos relativos à diária média, em termos absolutos, desde agosto, sempre vem subindo.

RevPAR em crescimento

Com a mistura de crescimento da ocupação e queda das diárias médias, sete cidades reportaram crescimento nos primeiros 10 meses de 2017, lideradas por Fortaleza (+6,4%) e Belo Horizonte (+5,6%). Rio de Janeiro (-44,7%) e Barra da Tijuca (-52,8%) foram exceção, continuando sendo afetado pelas comparações com os meses das olimpíadas. 

São Paulo Forecast

Os hotéis de São Paulo demonstraram resistência em 2017 e agora esperamos ver o RevPAR crescer acima de 2,0%, impulsionado principalmente pela demanda. Nossa previsão para 2018 é que a demanda continuará crescendo entre 1,5% e 2,0%, e que a diária média deverá ser o principal impulsor de crescimento em 2018, esperamos que atinja 3,0% de crescimento. No entanto, há alguns riscos ligados ao impacto de eventos na cidade, que poderão levar a um crescimento mais forte, especialmente porque a economia do Brasil está registrando uma recuperação depois da recessão.

 A Oxford Economics antecipa um aumento de 2,4% para o PIB brasileiro em 2018.

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